Aos 88 anos, Jane Fonda continua sendo uma boa referência quando o assunto é longevidade, saúde e qualidade de vida. Muito além da rotina de exercícios, a atriz defende que envelhecer bem também passa pelo equilíbrio emocional e pela autenticidade.
No livro "Podemos fazer coisas difíceis", ela compartilha uma reflexão que resume essa filosofia. Veja:
“Se você está fingindo ser alguém que não é, e se está em um relacionamento que não é autêntico, vai querer preencher esse vazio com alguma coisa. Para mim, era comida. Pode ser drogas, compras, sexo, jogos ou trabalho. Pode ser qualquer coisa. Mas esse buraco criado pela falta de autenticidade sempre vai querer ser preenchido”.
Ou seja, Jane Fonda quer dizer que viver de forma autêntica, sendo quem você realmente é e construindo relações verdadeiras, diminui a necessidade de buscar compensações para preencher um vazio emocional.
Na obra, inspirada nas conversas do podcast “We Can Do Hard Things”, de Glennon Doyle, Abby Wambach e Amanda Doyle, a atriz veterana também relata um lado vulnerável e marcante.
"Eu me sentia julgada pela minha aparência, até pelo meu próprio pai, então passei grande parte da vida querendo ser perfeita. Desenvolvi transtornos alimentares. Achava que ninguém jamais me amaria a menos que eu fosse perfeita. Todas as minhas partes interessantes, complexas e raivosas foram expulsas e se instalaram em algum lugar fora de mim", afirmou.
Para solucionar as questões internas, Fonda precisou de autoconhecimento. "Tive que trabalhar muito, muito, muito mesmo para me reencontrar. Como uma imagem duplicada que finalmente se junta. Mas, no fim, eu consegui", garantiu.
“Podemos fazer coisas difíceis” propõe uma reflexão sensível sobre os desafios da vida por meio de perguntas que atravessam diferentes fases da existência.
A obra reúne relatos, experiências e diálogos sobre temas como saúde mental, relacionamentos, propósito e autoconhecimento, convidando o leitor a enxergar suas próprias dúvidas sob novas perspectivas.
O livro transforma questionamentos como "Quem sou eu de verdade?" e "Como posso me reencontrar?" em pontos de partida para uma jornada de autodescoberta, tornando-se uma leitura acolhedora. Eu já estou ansiosa para conferir tudo e vocês?
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